quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Comemorações de 7 de setembro em Parauapebas, Desfile Cívico


A Escola Municipal de Ensino Fundamental Terezinha de Jesus levou ao desfile cívico em homenagem as comemorações pela Independência do Brasil um pouco da cultura inicial do município de Parauapebas. No evento a escola mostrou um pouco das principais características dos povos Xikrins do Cateté que foram as primeiras etnias encontradas na região.  
Algumas informações sobre a etnia
Os índios Xikrin Kayapó ou Mebengokré Xikrin, ou seja, “gente do buraco d’água” ou “gente da água grande”, referindo-se aos rios Tocantins e Araguaia, vivem na TI Cateté, com extensão 439.150ha, contígua às flonas Carajás, Tapirapé-Aquiri e Itacaiúnas, na região de Carajás, municípios de Parauapebas e Água Azul do Norte, Pará, Brasil, com acesso rodoviário pela PA 279 que liga Xinguara a São Felix do Xingu. Além da autodenominação mebengokré, os Xikrin costumavam denominar-se Put Karôt, tendo o nome Xikrin surgido do modo como outro grupo kayapó, os Irã-ã-mray-re, hoje extintos, os chamavam. Os Xikrin falam a língua Kayapó (ou Mebengokré), da família lingüística Jê, tronco lingüístico Macro-Jê.

Os Xikrin, como a maioria dos subgrupos kayapó do sudeste do Pará, apesar do acesso aos bens de consumo da sociedade envolvente, ainda preservam sua língua e cultura. Atualmente vivem em 3 aldeias: Cateté, Djudjêkô e O-odjã, com uma população de cerca de 1.015 índios. Em 1982, nos primórdios da implantação do Projeto Ferro Carajás, a população dos Xikrin era em torno de 280 indivíduos.







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